Viajando de carro com cachorrinhos

47189833_701386090243470_6757025202141396992_nÉ bastante comum eu levar Susan quando viajo de carro (pra quem ainda não conhece, Susan é minha filha canina). E, tenho percebido que isso desperta bastante curiosidade nas pessoas. Sempre sou questionada se ela não suja o carro, se ela não fica agitada de mais, etc. Por isso, hoje resolvi dividir essa experiência com vocês (OBS.: será baseada apenas no meu caso, então não há nada escrito aqui que tenha qualquer fundamentação que não a nossa experiência pessoal).

Desde novinha, eu e Susan andamos de carro e de Uber para tudo quanto é lado. Durante as viagens, ela geralmente vai sozinha no banco de trás e dorme quase todo o tempo. Quando viajamos com carro cheio, ela vai dormindo no meu colo. Mas, sempre muito tranquila. Nunca fica agitada nem passa mal.

Mas, sei que essa não é a realidade de muitos. A cadela do meu irmão, por exemplo, uma filhote de Akitta passou muito mal nas primeiras vezes que andou de carro. Ela ficou com o corpo bem mole e babando muito. Em outra ocasião, chegou a vomitar bastante ao descer do veículo.

47158228_2465963483633346_7209738940100640768_nDe todo modo, mesmo não passando mal, eu evito de dar comida à Susan momentos antes de viajarmos. Também sempre levo para um passeio na rua (ela não faz xixi nem coco em casa) logo antes de entrarmos no carro para que ela faça suas necessidades. Se fizermos alguma parada durante a viagem, também desço com ela na coleira para fazer xixi. Mas, quando não paramos, também não é problema porque ela já está acostumada. Já viajamos por 6 horas sem parada e não houve nenhum problema.

Outra dica é: sempre leve uma vasilha e uma garrafa de água para que eles possam se hidratar durante a parada. No nosso caso, que geralmente viajamos com ar-condicionado ligado, tenho a impressão de que Susan fica com sede, afinal o ar resseca as nossas vias aéreas e deve fazer o mesmo com os bichinhos.

E, por último, para garantir a segurança dela, comprei um cinto de segurança: em uma ponta, o cinto é preso no carro mesmo (onde se prende o cinto de segurança que vem no veículo), e do outro, o cinto é preso ao peitoral (ou coleira) do carro. Assim, não há riscos de o animal cair ou pular para a frente do carro e chegar até o motorista, por exemplo, provocando até um acidente de trânsito. FIQUE ATENTO: a legislação brasileira de trânsito proíbe que o animal seja transportado solto no carro, sob pena de multa.

Outras opções para garantir a segurança

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Também existe a opção de transportar o animal na caixa de transporte, na cadeirinha ou com a utilização da grade divisória dentro do veículo. Tenho duas caixas de transporte mas não me adaptei. Susan fica agitada tentando sair lá de dentro e eu sofro vendo esse esforço dela, então acabei deixando de lado. Mas, não me desfiz delas ainda porque em viagem de avião, elas podem ser úteis.

O que levar?

Quando viajo, eu sempre levo a alimentação dela (ração + sachês de alimentação úmida), roupinha de frio, um travesseiro onde ela deita e um mini travesseiro onde apoia a cabeça (sim, quase um colchão com travesseiro), levo coberta também, as vasilhas para ela se alimentar e beber água e remédios. Entre esses remédios levo colírios (antibiótico, corticoide, lubrificante e anti-inflamatório), em razão dos problemas que ela já teve na vista – cada colírio tem sua função e sei usar cada um deles em caso de emergência até chegarmos em um veterinário. Também levo sempre dipirona e uma seringa para dar a ela em caso de dor, por exemplo.

E, claro, imprescindível que se leve a carteira de vacinação do cachorro que é o que comprova que ele é vacinado contra raiva – isso pode ser exigido em caso de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal. A carteira também é importante para o caso de precisar levar o bichinho em algum veterinário no local de destino.

 

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